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STB aposta no aumento da procura por programas de graduação

Data: 10/02/2009
Fonte: RP1 Comunicação

Realizar um curso superior no exterior significa ter nas mãos uma das melhores oportunidades para adquirir educação de qualidade em escolas conceituadas e, com a vivência internacional, iniciar um processo pessoal de globalização, tudo contribuindo para ampliar as perspectivas profissionais. É o que propõe o STB – Student Travel Bureau com opções de graduação e pós-graduação nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e na Inglaterra.

Segundo a gerente de comunicação do STB, Claudia Martins, algumas universidades brasileiras, em parceria com instituições internacionais, atualmente estimulam a internacionalização dos currículos de seus alunos. "O planejamento e a antecipação são essenciais para a realização desse tipo de programa, além da consultoria com empresa especializada, fundamental para ajudar o estudante na escolha entre as opções disponíveis e para orientar o passo-a-passo do processo burocrático", ressalta a executiva.

Para participar é preciso ter, no mínimo, 18 anos, inglês avançado, ter concluído do segundo grau e, caso se queira realizar o programa completo e obter o diploma, disponibilidade para morar no exterior por um período de quatro a cinco anos. "Para os que ainda não têm certeza sobre a realização completa do programa, há a opção do trial period, ou seja, cursar um único semestre letivo. A partir deste período de experiência, o estudante poderá decidir se continuará ou não o curso", explica a Claudia.

Estados Unidos, Canadá, Austrália e Inglaterra estão no rol dos países mais procurados, cada um com suas especificidades e seus sistemas diferenciados. A seguir, algumas informações sobre cada um destes destinos e seus sistemas:

Estados Unidos – país com grande diversidade de paisagens e influência de várias culturas, os EUA são um dos destinos mais tradicionais para intercâmbio, em qualquer fase da vida.

O sistema universitário compreende quatro anos, assim como no Brasil, com o diferencial de que o primeiro ano, generalista, proporciona ao estudante um período de maturação e, por meio de vários workshops, contato mais profundo com as diversas possibilidades de estudo a seguir. Só no início do segundo ano de curso, ele terá de tomar a decisão sobre qual será sua "major", ou seja, a matéria principal. 

Matérias tradicionais e com amplas possibilidades profissionais como administração, marketing, propaganda, finanças estão sempre em alta, mas há espaço – e cada vez maior procura – por carreiras que envolvam o meio ambiente, sua conservação e exploração controlada. 

Canadá – este país, com seu eficiente sistema de segurança e qualidade de vida, também se destaca pela necessidade de mão-de-obra especializada em alguns setores. Para isso, conta com instituições de ensino de alta qualidade que oferecem um programa de cinco anos, um a mais que no Brasil. Destacam-se as regiões de Vancouver, na Província de British Columbia, e Winnipeg, em Manitoba. Assim como nos Estados Unidos, são muito requisitadas as áreas que proporcionam base ampla e segura no mercado de trabalho, como relações internacionais, administração e finanças.

Austrália – a princípio, pode parecer que o principal atrativo são as semelhanças naturais com o Brasil, como as belas paisagens, clima tropical e estilo de vida descontraído. Porém, cada vez mais, o mundo percebe as diversas vantagens educacionais oferecidas pela Austrália. Em primeiro lugar, sua comunidade estudantil, do ensino fundamental ao superior, tem grande presença de representantes de vários países, proporcionando uma convivência rica em trocas culturais para todos.   

São apenas 39 universidades em toda a Austrália, sempre com supervisão atenta do governo para garantir a qualidade de seus cursos, renomados entre a comunidade acadêmica internacional. O programa completo é realizado em quatro anos, sendo o primeiro básico. 

Além das opções acadêmicas oferecidas pelas universidades nos mais diversos setores e por causa da necessidade de profissionais especializados em vários tipos de serviço, o país estabeleceu um sistema exemplar de programas técnico-vocacionais em áreas como hospitalidade, gastronomia, turismo, tecnologia da informação, web design, publicidade, estética, entre outros. Esses cursos são muito procurados por quem viaja para a Austrália para estudar um idioma e decide realizar um programa mais específico posteriormente.

Inglaterra – o sistema de ensino superior na Inglaterra sempre se distinguiu pelo rigor acadêmico e por suas tradições centenárias.  Atualmente, a tradição convive em harmonia com as mais modernas tendências seja na moda, na tecnologia, nas relações internacionais, nos negócios ou nas artes, resultando em programas altamente cobiçados por jovens estudantes de todo o mundo.

Outros países, como Suíça, Espanha e Emirados Árabes (Dubai) oferecem algumas das mais renomadas instituições para formação em Hospitalidade. Esta área é uma das que mais crescem no mundo não só em número de empregos, mas na amplitude de possibilidades de atuação profissional.

Pós-graduação
Em relação aos programas de pós-graduação no exterior, o público é formado principalmente por profissionais já inseridos no mercado de trabalho, mas que desejam alçar vôos mais altos, e por recém-graduados que buscam complementar o seu currículo com o aprendizado de outras áreas. "A procura não é motivada apenas por salários ou cargos mais elevados. Em grande parte, suas metas estão relacionadas à necessidade de crescimento pessoal e intelectual ou a um redirecionamento de carreira", relata Claudia Martins.

As regras para a realização do programa podem variar de acordo com o país ou a instituição de ensino, mas geralmente é preciso ter experiência profissional de no mínimo dois anos, diploma de um curso superior e nível avançado de inglês. Em alguns casos, se aplicam testes específicos para cada área.

Nos EUA há também as opções de Extensões Universitárias realizadas pela Universidade da Califórnia. Com duração de um semestre acadêmico são compatíveis com uma pós-graduação lato-sensu, também bastante valiosa para o currículo.

Claudia ressalta ainda que o período de um ano e meio a dois anos de estudo no exterior também conta como um período sabático, um afastamento da vida cotidiana que permite ampliar os horizontes, derrubar paradigmas e convenções, levando a maturidade e criatividade profissionais. "Este ano de desaceleração econômica será uma ótima época para investir em um período sabático de reciclagem e aprimoramento acadêmico", projeta Claudia.
 
Sobre o Student Travel Bureau
Fundado em 1971, o STB é a maior operadora de turismo jovem e estudantil do País. Possui 58 lojas no Brasil, além de uma loja em Sidney, na Austrália e um escritório de apoio na Nova Zelândia. Embarca, anualmente, cerca de 40 mil jovens. Além de intercâmbio cultural para adolescentes e cursos de idiomas para os mais diferentes públicos, oferece viagens, experiências internacionais de trabalho, programas au pair, assistência médica internacional, reserva de acomodações e transporte no mundo todo e a Carteira Mundial do Estudante (ISIC).

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