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Intercâmbio: o que, como, quando, onde, quem e porque?

Data: 23/03/2010
Fonte: Ecaderno

Seis perguntas básicas que podem ajudar a decidir o melhor programa e melhor momento para viajar

O intercambio já foi um privilégio de poucos. Hoje em dia, essa prática já se popularizou e muitas modalidades de intercambio surgiram como opção aos já tradicionais High School e intercâmbios profissionais para universitários. Atualmente, a experiência internacional tem sido procurada por muitos adultos como forma de aprimoramento profissional, através dos mais diversos programas. As rotas também estão muito mais variadas. Juiz de Fora é um exemplo dessa expansão. Por ser uma cidade de estudantes, tem atraído cada vez mais agências do ramo para atender melhor a demanda, que vem crescendo. O Ecaderno procurou uma agência da cidade para fazer seis perguntas básicas sobre o intercâmbio e mostrar pra você porque ele pode ser uma vantagem.

O que?
Segundo o dicionário Aurélio, intercâmbio significa exatamente “relações de comércio ou intelectuais entre nações”. A partir dessa definição, já dá para ver que esse universo pode ser bem amplo. Nas agências de intercâmbio, esse significado pode variar de acordo com os programas oferecidos. Eles geralmente consistem em uma forma de aprender a língua estrangeira através de experiências do dia a dia. Nesse sentido, existem intercâmbios onde os alunos estudam em escolas e universidades estrangeiras, viagens onde os jovens aproveitam o período de férias para trabalhar e até programas em que você pode aprender atividades variadas, como golfe ou e culinária agregado à língua estrangeira.

Profissionais viajam para aprender os termos técnicos de sua área em outro país ou para fazer algumas semanas de imersão no inglês e se comunicar melhor no mercado. Ou seja, as opções são quase infinitas e as agências têm investido cada vez mais na necessidade de cada cliente.

Porque?
Quais diferenciais um intercâmbio pode agregar ao seu currículo? Além da fluência na língua estrangeira, o intercambista desenvolve habilidades e características valorizadas por muitas empresas, como pró-atividade, flexibilidade e desenvoltura pra lidar com novas situações. É o que explica Daniel Duarte, gerente da Sudent Travel Bureau (STB), que chegou a Juiz de Fora há poucas semanas, reforçando o mercado de intercâmbio, que vêm se fortalecendo na cidade. “O jovem geralmente amadurece quando está no exterior. São coisas que não são ensinadas nas universidades e que são valorizadas no mercado. A gente vê essa necessidade principalmente nos processos trainees para grandes empresas. Elas querem profissionais globalizados. Nada mais lógico”.

Diego Santos, diretor comercial da STB em Juiz de Fora, explica que o domínio do inglês já é um pré-requisito no mercado e salienta que o intercâmbio pesa no currículo, mas já está se tornando recorrente. “A experiência internacional passa a ser quase um pré-requisito também. Qualquer consultor de RH já sabe quais são as melhores escolas no exterior. Em qual instituição ele estudou? Por qual agência ele embarcou? Tudo isso conta muito”.

Quem?
Quando pensamos em intercâmbio, logo nos vem à cabeça a imagem de jovens universitários se aventurando em diversos tipos de trabalho pelo mundo, em busca de conhecimento, novas experiências e claro, o desenvolvimento do idioma estrangeiro. É verdade que os jovens de 15 a 25 anos ainda são a parcela da população que mais movimenta o mercado de intercâmbio. Porém, o número de idosos e adultos já estabelecidos na profissão, que procuram programas para aprimoramento pessoal e conhecimento em outras culturas, tem se tornado cada dia maior.

Muitas vezes, o conhecimento da língua e da cultura de outro país se torna necessário no dia a dia da profissão. “A gente tem um cliente de Juiz de Fora, com 27 anos, que já trabalha em uma empresa há algum tempo e está tendo a necessidade de negociar com estrangeiros. Mas ele travou no inglês. Então ele vai pegar três meses de férias e vai fazer um curso de imersão intensiva. Em Belo Horizonte, onde trabalhamos durante muito tempo, temos muita demanda de executivos procurando esse tipo de serviço”.

Quando?
Diferente do que muita gente pensa, o intercâmbio não precisa ser necessariamente feito quando o jovem está em processo de formação. Hoje em dia, existe uma grande variedade de programas, que podem ser adaptados à necessidade e ao momento de cada pessoa. É comum, por exemplo, que os estudantes de ensino médio procurem os programas de High School enquanto os universitários procuram o intercâmbio profissional no período de férias.

Daniel explica que muitos adultos, estabelecidos no mercado, procuram as agências, pois não tiveram a oportunidade de viajar no período de graduação. Com a vida estável e os compromissos em dia, fica mais fácil reservar um período (que varia de poucos meses a até um ano) para viajar, investir no aprendizado de uma língua e conhecer outras realidades e culturas.

“O intercâmbio de adultos tem crescido muito. Alguns procuram incrementar o currículo em algum curso de especialização numa instituição reconhecida no exterior, outros buscam programas voltados para adultos mais velhos que já têm disponibilidade financeira e estão em busca de cultura. A pessoa vai, por exemplo, pra Itália, estudar italiano junto com aulas de culinária, ou história da arte. E ela vive um pouquinho da rotina daquela cidade”, esclarece.

Diego lembra que a mudança de carreira tem se tornado recorrente em várias partes do mundo e o intercâmbio para universidades e instituições renomadas é uma opção para quem quer entrar em uma nova área com um currículo de peso. “As escolas que temos parceria para cursos de extensão ou pós-graduação atendem muito esse perfil dos que querem fazer a mudança de carreira”.

Ou seja, com um bom planejamento e foco nos objetivos, qualquer hora é hora para fazer uma viagem como essa.

Onde?
Agora que você sabe por que e quando viajar, precisa também saber pra onde. Segundo Daniel Duarte, as rotas mais procuradas ainda são países como Estados Unidos e Canadá. O motivo? Ensino de qualidade e tradição. Porém, muitas outras rotas têm se popularizado. A África do Sul, por exemplo, ganhou destaque como uma boa opção para se aprender inglês e gastar pouco.

A Ásia, e principalmente a China, também têm sido uma boa opção para os intercambistas que querem estudar comércio exterior e relações internacionais. “A China tem crescido bastante, então o intercambio para lá também tem crescido”, explica Daniel. "Eles querem receber e fazer negócios com os ocidentais que falem o inglês fluente".

Para saber qual o melhor destino para você, é preciso avaliar qual o seu objetivo ao fazer o intercâmbio e quanto está disposto a gastar. Nessa hora, as agências são fundamentais para auxiliar na escolha correta.

Como?
Antes de arrumar a mala e embarcar no avião, muitas providências precisam ser tomadas. Para entrar em outros países, a burocracia é grande. Além do passaporte e do visto, é preciso pensar em vacinação, planos de saúde, carteirinhas de descontos (geralmente os estudantes tem direito a elas, mas existem outras opções como o Jovem Card e a Carteira Mundial do Professor), acomodações, bagagens, moeda entre muitos outros detalhes.

Por isso, é sempre bom procurar uma agência de intercâmbio, que vai cuidar de todas essas etapas e gerenciar a sua viagem, para que você não fique “perdido” em um país desconhecido. Diego explica o que pesa na hora da concessão do visto. “O que eles querem saber é se a pessoa tem um vínculo no país de origem. Seja um vínculo empregatício, seja um vínculo com a faculdade, seja um vínculo familiar. O país tem que entender que a pessoa não tem o objetivo de morar lá pra sempre. Lembrando que não existe nenhuma fórmula de sucesso para conseguir o visto”.

Na hora de sair do Brasil, o intercambista deve ter em mente o que pretende no exterior: estudos, trabalho ou turismo? Tudo isso deve constar no visto, pois mudar de opção quando estiver em terras estrangeiras pode ser trabalhoso. Por isso, a escolha de uma boa agência é o primeiro grande passo. O passo seguinte? Aproveitar cada momento da viagem e voltar ao Brasil cheio de histórias para contar e experiência no currículo.
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