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Vontade de ser investidor

Data: 17/01/2010
Fonte: Você S/A

Daniel Gouveia chegou a dever o equivalente a 20 vezes o valor do salário. Hoje sobra dinheiro para investir.

Frequentar bons restaurantes, ir a baladas e happy hours na companhia de amigos todos os dias. Nada era motivo de preocupação para Daniel Gouveia, de 25 anos. Desde que começou a trabalhar, ele gastava todo o salário que recebia com diversão e ainda faltava um pouco para fechar o mês.

“Sempre gostei de me divertir muito”, diz. Daniel era o típico gastador compulsivo. Tinha quatro cartões de crédito com diferentes datas de vencimento, emitidos por dois diferentes bancos, e usava todos. Também usava cheque especial de duas instituições, conta o executivo da Student Travel Bureau (STB), de São Carlos, interior de São Paulo.

Daniel não tinha nenhuma disciplina financeira. “Eu pagava o mínimo das faturas do cartão de crédito. Às vezes, nem o mínimo quitava. Ficava para o outro mês, para o próximo ano...”, diz. A prioridade sempre foi pagar as parcelas do carro usado financiado, com juros acima de 2,5% ao mês. “Sabia que, se eu atrasasse muito o pagamento, o carro seria tomado”, conta. As dívidas foram se acumulando e chegaram a ser o equivalente a 20 vezes o valor do salário dele.


A SOLUÇÃO

Se a diversão em bares e baladas levaram Daniel para o buraco, também foi em uma conversa de bar que a solução foi apresentada a ele. “Um amigo me mostrou uma planilha financeira para que eu começasse a jogar minhas despesas diárias e pudesse analisar todos os meus gastos. Também comprei um livro de finanças pessoais”, diz.

A planilha foi a porta mágica para a saída dos problemas financeiros de Daniel. Depois de colocar todos os gastos detalhadamente no papel, ele descobriu que 40% ia para baladas, restaurantes e bares. O restante ia para o pagamento do carro financiado e o pagamento de outras dívidas.

E ainda faltava dinheiro para pagar outras contas. Nessa fase, depois de tantas ligações de cobrança, Daniel conseguiu negociar com as administradoras de cartões a redução do juro aplicado no montante devido. A conta final foi parcelada em dez vezes. A dezena de boletos de cobrança que chegava à casa dele foi paga pontualmente até a quitação da última parcela nos primeiros meses de 2009.

Outra medida passou a ser o pagamento à vista de todas as compras. A mudança de emprego para a STB, em meados de 2007, e o avanço da carreira profissional também foram variáveis fundamentais para reverter o perfil de devedor a investidor. “Antes, só me preocupava com a dívida que tinha para pagar. Agora, me preocupo com o quanto ganharei nas aplicações”, diz.


COMPROVANTES NA MÃO

Hoje, o executivo faz questão de receber os comprovantes de pagamentos de qualquer estabelecimento para lançá-los na planilha financeira mensal e anual. “Durante a semana, se bato o olho na planilha, já sei o que foi ou não desperdiçado. Deixei de sair muito para me divertir à noite, mas foi grande o prazer de quitar as dívidas e ver que ainda sobram 30% do salário para ser aplicados na caderneta de poupança. Pela primeira vez, neste ano, Daniel fez aplicações em ações, para conhecer outras formas de investimentos.

Outra iniciativa pioneira é o planejamento de uma viagem para Califórnia, nos Estados Unidos, que ocorrerá em março de 2010. “Ficarei em bons hotéis, com carro alugado, sem dívidas”, conta. Desde meados deste ano, Daniel destina parte do seu dinheiro para a viagem dos sonhos, já planejando o pagamento da compra do bilhete, dos hotéis, carros e as despesas após a volta. “Terei de usar o cartão de crédito internacional durante a viagem, mas com controle, de acordo com a quantia disponível para o pagamento da fatura quando eu aterrissar no Brasil”, diz.
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