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Sala de Imprensa

Em busca da mala perdida

Data: 16/12/2009
Fonte: Pioneiro, Caxias do Sul

A esteira vazia é o código para um drama que se repete diariamente em aeroportos de todos os cantos do planeta: o extravio de bagagens. Apesar da avançada tecnologia aplicada aos aviões e da informatização do processo de embarque, o ato de despachar uma mala não sofreu nenhum ajuste para reduzir um tormento que atinge mais de 30 milhões de passageiros anualmente. A cada dia, 90 mil malas deixam de chegar às esteiras de desembarque no mundo, segundo dados da Comissão Europeia.


A novidade é que já existem soluções para minimizar o problema, todas à disposição das companhias aéreas. Hoje, os pertences despachados são identificados por código de barras. O avanço seria rastrear os caminhos por onde a mala passa por ondas de rádio. Um dos sistemas, criado pela Kieling & Dittrich Tecnologia (K&D), usa a tecnologia RFID (identificação por radiofrequência, em português), que vem despertando o interesse das empresas. Mas nenhuma delas até agora anunciou melhorias.


– É uma evolução do código de barras – define o gerente de projetos da K&D, André Labrea Resende.


A tecnologia consiste na colocação de um chip dentro da etiqueta e no cartão de embarque. O mecanismo, que permite a identificação por ondas de rádio, tem um raio de alcance de oito a 10 metros. Com isso, é possível ter um histórico da movimentação da mala. O passageiro poderá ser informado por mensagem no celular se sua bagagem embarcou. O Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) também apresentou recentemente um chip que rastreia a bagagem.


A tecnologia não é a única aliada. O diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil, Marcelo Schmidt, acredita que as companhias deveriam reforçar o controle. Para ele, a diminuição dos postos de trabalho contribuiu para aumentar o problema. No passado, as empresas mantinham um profissional na saída do desembarque para checar se o tíquete da bagagem conferia com o recebido pelo passageiro no check in. Essa simples tarefa poupava dezenas de incômodos – muitos passageiros, sem querer, levam para casa a mala errada. Hoje, esses profissionais estão mais raros.


– Cada vez mais as empresas tiram o contato humano com a bagagem. Aí, começam os problemas – explica.

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