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Intercâmbio cresce no Ceará

Data: 18/10/2009
Fonte: Diário do Nordeste

O acirramento da competitividade exige comunicação fluente e eficiente no mundo dos negócios.

 Maior visibilidade do Brasil no exterior, globalização e acirramento da competitividade entre as empresas nacionais e transnacionais está a exigir, cada vez mais, comunicação fluente e eficiente no mundo dos negócios. Falar um ou até dois novos idiomas, bem como conhecer um pouco da cultura e dos costumes de outros povos, sejam potenciais parceiros - compradores e fornecedores e clientes - ou até mesmo concorrentes - significa ampliar visibilidade e abrir novos mercados.

Nesse cenário de competição, embalado agora pela retomada dos negócios pós-crise financeira, empresas de intercâmbio de estudantes e jovens profissionais ganham espaço e já projetam crescimento de 20%, para o ano que vem.

"Este ano, a queda no fluxo de estudantes foi de 15% e de 10% no faturamento, ante 2008, mas do volume de vendas previsto para 2010, 25% já foram realizadas este ano", informa Michael Gerber, CEO da Eurocentres, instituição suíça, sem fins lucrativos, que atua em 15 países, com ensino personalizado de idiomas.

Em Fortaleza, após passar por São Paulo e Brasília, Gerber explica que o incremento do número de intercâmbio decorre do reposicionamento do Brasil no cenário mundial, o que estaria levando as empresas e os pais a investirem na qualificação dos empregados e filhos, respectivamente. "E o Ceará vem despontando na economia do Nordeste", destacou Gerber.

Agrega valor
"Muitos pais já perceberam que falar mais de um idioma agrega valor ao conhecimento dos filhos e isso vem crescendo", acrescenta o empresário cearense Pedro Holanda, representante da Student Travel Bureau (STB), empresa brasileira especializada em turismo jovem e educação internacional.

Segundo Holanda, além de uma nova língua, a oportunidade dos jovens adquirirem culturas e costumes diferentes e vivenciarem realidades distintas em outros países, aliada a segurança e organização desse tipo de viagem internacional, são fatores que os vêm estimulando a enviar os filhos em intercâmbios, países afora.

Em média, os cearenses fazem intercâmbio de seis meses, enquanto os estudantes europeus o fazem por, no máximo, cinco semanas.

Atualmente, aponta Gerber, os destinos mais preferidos pelo cearenses e brasileiros são Inglaterra, Canadá, Estados Unidos e Austrália. Os idiomas, mais procurados para aprendizagem do estudantes do País são o Inglês, Espanhol, Francês e o Alemão.

"O mandarim, idioma tradicional da China, começa a apresentar grande procura", sinaliza o CEO da Eurocentres. Apesar do maior reconhecimento do Brasil no exterior, ele descartou a possibilidade, no futuro próximo, a empresa de intercâmbio criar uma escola de intercâmbio no Brasil, para ensinar estrangeiros a falar Português. "Ainda não há demanda que justifique esse investimento", confessa.
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