• Mapa
  • Televendas (11) 3038-1551

Sala de Imprensa

Finíssimo fala com brasiliense que participa da terceira temporada do Brazil's Next Top Model

Data: 17/09/2009
Fonte: Finíssimo - Brasília na Moda

Beatriz Fernandes é brasiliense e mora em Arapoanga, em Planaltina. Seu sonho sempre foi ser modelo. Agenciada pela GK, já participou de concursos da Mega e da Ford Models e fez trabalhos fora de Brasília, em Paris, Lisboa, Porto e Milão. Hoje, com 18 anos, é uma das participantes da terceira temporada do Brazil’s Next Top Model, exibido às quintas-feiras pelo canal pago Sony Entertainment Television, e acredita ter experiência suficiente para ser a vencedora.

O programa é uma versão brasileira do America’s Next Top Model e começou no último dia 10. Na edição que vai ao ar nesta quinta, ela aparece entre as 13 competidoras que realizarão workshops sobre a carreira de modelo e passarão por provas diferentes a cada semana.

As aspirantes a top serão vigiadas por várias câmeras em uma casa. Uma vez por semana, elas passarão pelo crivo de um júri comandado pela modelo Fernanda Motta, a jornalista Érika Palomino, o maquiador Duda Molinos e o estilista Dudu Bertholini. Carlos Pazzeto é o mentor das moças durante as provas.

Caso vença, Beatriz ganhará um contrato de dois anos com a Ford Models e sairá na capa e em editorial da revista Gloss, além de trabalhar para as marcas C&A e Intimus. Os prêmios não param por aí: a marca Nivea premiará a ganhadora com um guarda-roupa recheado de tendências da temporada; a STB (Student Travel Bureau) fornecerá curso de inglês na Irlanda e a vencedora poderá, inclusive, ganhar um contrato de R$ 100 mil com a Expor e um fim de semana em Paris patrocinado pela STB.

Em entrevista para o Finíssimo, ela revelou suas expectativas sobre o programa e contou um pouco sobre a sua história. Confira:

Como você começou a ser modelo?
Eu comecei com 10 anos, a pedido da minha mãe, que sempre me apoiou. No começo eu participava de concursos, fazia aula de passarela só para agradá-la, não tinha muita vontade. Foi com 14 anos que eu descobri que era isso mesmo o que eu queria. Eu já estava modelando quando a minha tia viu na revista o concurso da Ford e foi quando tudo começou. Depois eu me agenciei com a Gislene, da GK, e foi o que impulsionou minha carreira, que me fez viajar para o Rio, onde eu comecei uma carreira mais sólida. Fui pra Paris, Lisboa, Milão e Porto.

Como foi a seleção pra participar do programa?
Minha mãe viu na revista, eu fiz a seleção primeiro em Brasília e depois fui pra São Paulo. Eles escolheram 20 meninas, de 2 mil inscritas. Primeiro eu enviei uma foto, fui selecionada e eles me chamaram pra uma entrevista. Agora estou em São Paulo e não sei exatamente o que vai acontecer.

Mas você tem alguma expectativa em relação ao programa?
Eu não assisti a nenhuma edição anterior e não procurei nada a respeito do programa antes de participar. Estou indo meio cega mesmo. Tudo o que eu sei é que lá eu vou tirar umas fotos, talvez ter aulas de passarela, é tipo uma escola, eu vou aprender.

Por que você acha que pode ser a Brazil’s Next Top Model?
Porque eu tenho já bastante experiência que pode ajudar tanto profissionalmente quanto pessoalmente, na convivência com as outras modelos. Modéstia à parte eu desfilo bem, sou fotogênica e acredito que tenho potencial pra ganhar.

Como as experiências fora da cidade e fora do país podem contribuir para a sua participação no programa?
Viajar pra fora é ótimo, dá muita experiência, você aprende muito, cresce. Acho que no caso do Brazil’s Next Top Model isso vai me ajudar porque nessas viagens você também convive com muitas modelos, muitas culturas e personalidades diferentes, que é o formato do programa, 20 modelos numa casa.

Como você planeja ser a sua convivência com essas meninas?
Eu quero ficar mais na minha, mas é tolice dizer que não vai ter nenhuma briga, nenhuma intriga. Sempre tem. Meu plano é tentar não discutir, mas se alguém mexer comigo vai levar, não sou boba também.

Qual foi a importância de Brasília pra sua carreira?
Acho que Brasília foi onde tudo começou, foi onde eu comecei a parceria com a Gislene, que apostou em mim e me fez ir pra fora. É dela o maior apoio que eu tenho. Mas acredito que seja um lugar só pra começar mesmo, não tem como manter a carreira, o mercado ainda é muito pequeno.
Voltar

Siga-nos

;
FALE AGORA COM A GENTE!
Maximizar aba
FALE AGORA COM A GENTE! Minimizar aba

Preencha os campos abaixo para iniciar o atendimento: