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Londres: oito dicas de Marina Motta

Data: 03/08/2015
Fonte: STB

Marina Motta listou oito dicas imperdíveis para quem deseja conhecer ou mesmo revisitar Londres. Avenidas, jardins, lojas, monumentos e museus com a propriedade de quem já esteve na terra da Rainha Elizabeth por pelo menos dez vezes. Marina também é autora do livro “Intercâmbio de A a Z” e gerente do STB – Student Travel Bureau no Recife, ou seja, uma expert na temática. Confira!

Por Marina Motta

A Inglaterra é um país onde instituições e símbolos mundialmente conhecidos permanecem venerados e intactos. Não estou falando apenas da família real, mas também de clássicos como o Big Ben e a Tower Bridge de Londres; as lindas cidades universitárias de Cambridge e Oxford; a catedral de Caterbury; os antigos banhos romanos da fofíssima Bath e até mesmo as praias de cascalho ou pedras (bem diferentes das nossas). Mas não se engane, nem só de história vive a terra da rainha. Em Londres também estão algumas das melhores baladas do mundo, restaurantes incríveis, assim como uma explosão de referências de moda e arte para você voltar ao Brasil cheio de inspirações. Já estive em Londres umas dez vezes, mas a cidade sempre me surpreende (positivamente, claro!). Posso afirmar que é a metrópole com a maior diversidade étnica do mundo (um terço dos londrinos nasceram no exterior) e é visível os reflexos na gastronomia, arquitetura de vanguarda, cultura de forma geral. Entre as construções marcantes que surgiram na última década destacam-se o espetacular London Eye e o novo e fantástico Swiss Re Tower, conhecido popularmente como The Gherkin (o pepino). Isso sem falar da área do porto com o conjunto de torres como o monumental Canary Wharf, construído sobre o que restou do seu extraordinário passado industrial e marítimo.

Antes de arrumar suas malas para a capital inglesa, preste atenção no clima e sempre leve um casaquinho, pois o tempo nublado é famoso por lá. Nada de pânico se não tiver levado a quantidade de roupas certa. As opções de comprinhas por lá são inúmeras e mesmo com a libra muito valorizada, ainda assim vale a pena. Aqui vão alguns exemplos:

1) Oxford Street e Regent Street

Repleta de lojas incríveis com marcas internacionais e locais. Nunca deixo de passar na Primark (https://www.primark.com/en/store/oxford-street-east). No final do dia frenético de compras, a mega loja John Lewis. Além de milhares de departamentos, também tem restaurante e um fofo salão de chá.

2) Carnaby Street

Pertinho da Oxford Street, Carnaby Street tem lojinhas únicas com criações originais. É muito bom para comer ou tomar um drinque. Aqui não deixe de ir a loja Liberty http://www.liberty.co.uk/

3) Convent Garden

Muito vivo e colorido, passear aqui é tão bom quanto comprar! As pequenas ruas ao redor da Seven Dials (http://www.sevendials.co.uk/) tem uma atmosfera mais zen já que sai um pouco do burburinho, e por isso acho que os preços são um pouco melhores. Depois, vá ao Jamie´s Italian (um dos restaurantes do famoso Jamie Oliver – http://www.jamieoliver.com/italian/restaurants/covent-garden) para uma refeição deliciosa e com preço justo.

4) Clapham Junction

Mais ao Sul de Londres, aqui você encontra as principais marcas inglesas (Topshop, dorothy perkins, miss selfridge, warehouse e oasis) além dos ótimos restaurantes na avenida principal.

5) Camden Town

Passeando pelo mercado de Camden e por suas pequenas lojinhas, você sempre vai encontrar muitas lembrancinhas com a cara de Londres.

6) Brick Lane

Lojinhas vintage sempre valem uma visita!

7) Portobello Road

O mercado de Portobello é conhecido por achados incríveis com preços camaradas. Depois, uma parada no Lisa´s (http://www.lisasportobello.com/ ) para um brunch vai coroar o seu dia.

8) Westfield

Um grande centro comercial. Uma mini cidade dentro de uma cidade, abrigando artigos de luxo e marcas mais acessíveis. Tem para todos os gostos e bolsos!

Qualquer guia básico de Londres vai recomendar que você assista a troca da guarda real e faça uma visita ao caríssimo museu Madame Tussauds (que conta com reproduções perfeitas de famosos em cera). São programas que eu não faria mais de uma vez. Entre as coisas que sempre vale a pena visitar está Galeria Tate Modern, por exemplo (o endereço mais importante de arte moderna e contemporânea do Reino Unido), que está sempre sempre com exposições novas. Outras opções bacanas são os clássicos museus de História Natural e Britânico.

Sempre uma boa pedida também é uma caminhada pelo Hyde Park ou o Regents Park. E, claro, escolher um dos milhares de pubs londrinos para degustar o seu mais famoso prato, o Fish&Chips (peixe e batata), acompanhados de cerveja (normalmente morna, vale lembrar. Mas não se pode ter tudo na vida, né? Nem mesmo em Londres). Quando o assunto é pubs merecem visita o Chelsea Potter (King’s Road), o Zetland Arms (South Kensignton) e o Pantechnicon (Motcomb Street, bom pra comer e beber).

PARA COMER:

Tá com vontade de um chinês? Chinatown fica bem no meio de West End. Prefere um indiano? Então explore o Polo Bengali em Brick Lane, ao leste, ou onde ainda em Southall no extremo oeste (esta última a melhor opção para mim). Já no noroeste da cidade, em Stoke Newington e Haringey, há fartura de comida turca e grega. Já a maior parte da comunidade árabe, por sua vez, mora a oeste do centro, principalmente em Queensway e Edgware Road, onde e é lá que estão localizados alguns dos melhores restaurantes libaneses da cidade. Para um dia/noite especial, um dos restaurantes que mais gosto em Londres é o Novikov. Nome russo, mas que conta com dois cardápios: asiático e italiano. Por lá também é possível badalar um pouco, já que no subsolo tem um bar, onde também é possível escutar um um bom rock britânico.

APLICATIVOS:

Sugiro baixa o mapa do metrô (london tube) para ir se familiarizando com o transporte (ótimo e super pontual por sinal). Também indico o app da revista "Time Out", que traz informações sempre atuais de tudo que está rolando na cidade. Aproveite e compre logo o seu OysterCard para usar no metrô. É mais prático e mais econômico do que comprar passes individuais.

INTERCÂMBIOS:

As opções de instituições são muitas e engana-se quem pensa que é algo restrito aos jovens. Existem programas para profissionais maiores de 40 anos, com ou sem fluência no inglês. A duração do programa pode variar bastante, desde duas semanas até um ano.

MORADIA:

Para os intercambistas recomendo alugar um flat, ficar em residência de estudantes ou até mesmo fazer uma imersão ainda maior na cultura local, vivenciando o dia a dia na casa de uma família londrina.

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