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Sala de Imprensa

Intercâmbio na terra da Fantasia

Data: 08/10/2013
Fonte: Belas Artes

Minha experiência de intercâmbio não poderia ter sido mais gratificante. Morei 6 meses em um lugar maravilhoso, conhecendo gente do mundo todo, e não é balela, conhecendo muito de outras culturas, e não somente do país que visitei.
Ela se deu como Salva Vidas dos parques e hotéis do Walt Disney World Parks and Resorts na Flórida. Após participar de um processo seletivo que ocorre todos os anos em várias cidades do mundo e capitaneado no Brasil pela STB, fui agraciado com uma vaga na diretoria de recreação.
 
 
O processo seletivo não foi tão fácil, pelo menos não pra mim que tinha o inglês não tão avançado como queriam. Mas após 3 tentativas, e 3 semestres, finalmente consegui.
 
 
Mas os desafios não acabaram por aí. Após chegar à terra do Tio Sam, mais propriamente à terra do Mickey Mouse, passei por uma bateria de treinamentos do mundo Disney, que foram muito enriquecedoras, tanto para conhecer a cultura de uma grande empresa, como para conhecer a preocupação com a qualidade e excelência dos produtos Disney. Mantendo o discurso de excelência, fui enviado para um treinamento super rígido que me prepararia para a função de salva vidas, afinal de contas, a responsabilidade é bem grande quando lidamos com “saúde”.
 
 
O mais legal foi perceber que me pagaram para ficar quase um mês em treinamento, antes de ter o primeiro contato com o público. Isso mostrou que não era só discurso, era cultura organizacional.
 
 
O dia a dia era bem divertido também, pois o tempo todo tínhamos (estudantes) suporte de gerentes e coordenadores em nossas funções. Esses também eram treinados para tornar sua experiência espetacular. Uma coisa curiosa é o fato de gostarem muito de brasileiros. E essa predileção era justificada com a seguinte frase: “brasileiros são alegres e gostam de trabalhar” não ficam criando desculpas. Ouvi isso de mais de um gerente.
 
 
Dei sorte de dividir casa e quarto com pessoas sensatas e alegres (brasileiros, 1 panamenho e 1 francês). Mas ouvi muitas histórias de verdadeiras odisséias de relacionamento para pessoas se tolerarem de baixo do mesmo teto. A escolha de onde e com quem morar, era uma loteria nesse programa. Mas na maior parte do tempo, todos estavam lá para aprender e se divertir.
 
 
Quando se está longe de casa, notamos uma sensibilidade aflorada nas pessoas, muito provavelmente pela saudade, mas também, muito devido à insegurança de estar em um local novo, com culturas novas (não tinha somente americanos a minha volta) e obrigações novas. E nessas horas percebemos um grande sentimento de solidariedade e busca por pessoas com valores parecidos com o seu... independente da nacionalidade.
 
 
Foi legal participar do nascimento de fortes laços de cooperação, e até amizade, para nos ajudar a sobreviver e para viver grandes e inesquecíveis momentos.
Claro que dei a sorte de participar de um programa muito bem estruturado e de trabalhar em uma empresa séria. Mas de qualquer maneira, o novo não deixou de estar lá, e os desafios também, não.
Recomendo essa e qualquer outra experiência parecida. Te tornará mais forte e confiante.
 
 
Por Renan Abdalla - Consultor de Projetos Especiais,  Editora Globo 2012 e Planejador Multímidia • NO GRUPO RBS
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