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Viver em outro país é desafio para os teens

Data: 13/10/2012
Fonte: O Vale

Viajar e conhecer novos horizontes é mais que um sonho para os adolescentes. É como um desafio.
Ainda novos -- com 14, 15 anos -- eles saem de casa para passar uma temporada fora sem conhecer ninguém, com o intuito de aperfeiçoar o inglês e de ter uma experiência nova. E o interesse tanto dos pais, quanto dos jovens tem crescido ano a ano. (Leia texto na página ao lado)
A Mariana Dias, de 15 anos, moradora de São José dos Campos, vai passar por essa situação em breve.
Em janeiro, ela parte para Vancouver, no Canadá, onde ficará três semanas. “Sempre tive vontade de fazer intercâmbio e essa era minha oportunidade”, disse.

Desafio. Ela afirma estar ansiosa para ver neve pela primeira vez -- em janeiro é inverno no Canadá -- e conhecer o país da América do Norte.
“É uma cultura nova, um lugar novo. Vou trocar experiência com pessoas de outros países também e isso eu vou levar pra vida toda”, afirmou a estudante.
Mariana contou ainda que, dessa vez, vai só passar as férias no exterior, mas pensa em fazer intercâmbio por mais tempo depois.
Por conta do vestibular, pode ser que ela fique por aqui e depois conclua a faculdade em outro país ou viaje para fazer uma pós-graduação.

Atenção. É isso mesmo que indica a psicóloga Fabiana Luckemeyer, especialista em adolescentes.
Segundo ela, é importante que o jovem primeiro experimente uma temporada curta fora do Brasil e longe dos pais. Dependendo de como for, aí sim é recomendado um intercâmbio mais longo.
“Não aconselho que o adolescente fique um ano fora. Mas sim, no máximo seis meses. Em um ano, dá pra ele fazer muita besteira, além de que, ficando um ano, eles ficam muito fora do contexto familiar”, explicou.
“Muitos têm um sério problema de adaptação ao retornar, ficam deprimidos, revoltados de terem que ficar aqui depois de muito tempo fora”, completou a profissional, que disse que já atendeu muitos jovens com esse problema.

A pré-viagem.Fabiana ressalta que, ao decidir que o jovem vai fazer intercâmbio, é necessário fazer um trabalho intenso com o adolescente, porque a experiência internacional pode ser uma “faca de dois gumes”.
A viagem precisa ser muito bem organizada, sem ansiedade (dos pais e dos filhos), para que o intercâmbio seja uma experiência gostosa e não estressante. “É importante também não economizar. Se não dá para o adolescente fazer a viagem com segurança, é melhor deixar para quando der”, ressaltou.

O momento certo. Ela indica que, no caso dos adolescentes que tiverem dúvida em relação ao curso que irão fazer na faculdade e os que vão viajar por três meses ou mais, o ideal é que o intercâmbio seja feito após Ensino Médio.
“Normalmente, é melhor ir um pouco mais velho. Mais novos, muitos vão para tirar férias, só para se divertir. Sendo mais maduros vão aproveitar de forma melhor, estudando mais”, indicou a especialista Fabiana.

Procura por intercâmbio aumenta a cada ano
São José dos Campos

A necessidade de uma experiência internacional tem levado cada vez mais adolescentes a procurar agências de intercâmbio na região.
“Os programas de férias, estão crescendo bastante”, afirmou Fabia de Paiva Porto, sócia-proprietária da STB de São José dos Campos.
De acordo com ela, antigamente, a maioria dos jovens procurava direto o high school (Ensino Médio no exterior), mas agora os adolescentes e pais têm preferido começar por programas de três ou quatro semanas.
No STB, a viagem com estudo internacional é planejada para quem tem a partir de 11 anos. Os países mais procurados, ainda segundo Fabia, são Inglaterra, Estados Unidos e Canadá.

Segurança. Ela garante que os programas são seguros para os adolescentes.
“Existe todo um cuidado. É extremamente tranquilo”, ressalta. Na maioria dos casos, os jovens viajam com guias do Brasil, em grupo, e as escolas nos países de destino têm toda estrutura para recebê-los, assim como as residências estudantis e as casas de família.

Preparação. Para dar tempo da documentação necessária ser feita com tranquilidade, o indicado é que tudo seja acertado com a agência de intercâmbio cerca de seis meses antes da viagem em caso de programas de até seis meses. Depois disso, além da documentação ter que ser feita às pressas, é possível não encontrar mais vagas. Já no caso do interessado em fazer o high school, é preciso acertar com um ano de antecedência -- a quantidade de documentação é muito maior. O intercâmbio para três semanas custa a partir de R$ 10 mil, incluindo passagem aérea.

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