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As vantagens do período sabático

Data: 23/07/2012
Fonte: Catho

Em busca de crescimento pessoal ou profissional, alguns optam por tirar o período sabático, uma licença não remunerada que varia, em média, de 3 meses a 1 ano,  para experimentarem desafios que vão estar atrelados às suas necessidades individuais. Cada vez mais, as pessoas estão buscando nesta possibilidade a capacidade de exercitar interesses diferentes dos profissionais, o que acarreta em uma realização pessoal e em uma guinada na carreira após este período.

Este período pode ser planejado de inúmeras maneiras, grandes executivos com cargos estratégicos solicitam este período em uma conversa franca com o gestor, para que seja negociada a licença não remunerada por um determinado tempo. Segundo, Luiz Felipe, diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações, “primeiramente, não existe lei que regulamente isso, o que ocorre é um dialogo entre o profissional e a empresa , pois, não são todas as companhias que aceitam isso”, explica.

A experiência pode durar, em media, de 3 meses a 1 ano para realizar uma atividade de crescimento pessoal. Para que seja possível a execução do sabático é necessário um planejamento econômico com foco no propósito e com um respaldo para possíveis urgências.

O que se pode observar hoje, é que muitos jovens estão pedindo demissão para viver esta atividade e agregar conhecimentos acadêmicos também, ou seja, estão alinhando uma vontade de aprender uma segunda ou terceira língua com a vivência em outros países. Para Danilca Galdini, sócia da Nextview People, na Europa e EUA esta é uma prática comum, mas, no Brasil ainda é recente. “Algumas empresas apoiam os colaboradores que desejam tirar um sabático, porém, outras ainda não absorveram esta ideia”, explica.

Com relação a garantia do posto de trabalho no retorno, “dependerá da cultura da empresa, das políticas internas e também da forma como o colaborador negocia com seu gestor”, afirma Galdini. Alguns profissionais são substituídos por temporários e quando voltam, assumem o cargo novamente, porém, deve existir um contrato que garanta a relevância do acordo.

Uma certeza quanto a este período para o profissional é a realização pessoal, de acordo com Luis Felipe, “quem decide usufruir deste período sai com convicção do que quer, ou seja, não teme represálias ou ser substituído, pois, já está respaldado financeiramente e na iminência de realizar o tão sonhado projeto”.

Planejar e refletir sobre a vida não é tarefa fácil, por isso, este período deve ser aproveitado da melhor maneira possível, “toda carreira será melhor construída se estiver alinhada com os objetivos e valores pessoais do profissional”, afirma Danilca.
O que fazer e para onde ir

Os destinos e as atividades estarão atrelados com os interesses de cada um, ou seja, algumas pessoas tiram o sabático para agregar atividades no currículo, como, cursos de especializações, MBAs e idiomas. Outras aproveitam o tempo para vivenciar somente atividades pessoais cursando, gastronomia, teologia, trabalhos voluntários, expedições pelo mundo, entre outros.

Segundo Fred Morais, gerente do STB – Student Travel Bureau, “é analisado o perfil e o desejo da pessoa, por exemplo, existem casos em que o indivíduo quer mesclar as atividades, ou seja, soma neste período um conhecimento profissional com uma necessidade pessoal. Por exemplo, passa 3 meses nos EUA cursando inglês, mais 3 meses na Itália aprendendo italiano e outros 3 meses na Índia meditando. Tudo dependerá do interesse, da realização”.

Assim como existem pessoas que focam no profissional, segundo Morais, mais pessoas estão indo a Paris estudar gastronomia, mesmo não sendo a área profissional de atuação, ou seja, as pessoas buscam realizações que vão além de cargos, salários e benefícios.

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