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Sala de Imprensa

Saia da rotina em busca de aperfeiçoamento pessoal e profissional

Data: 05/07/2012
Fonte: ECaderno

Negociar um período sabático permite enriquecer a carreira e aumentrar o autoconhecimento

 

A palavra sabático vem do hebraico shabbath, que se refere ao dia da semana de descanso dos judeus. Há alguns anos, este período de repouso e reflexão migrou para o mundo dos negócios. Nele, a proposta é se afastar da rotina e dar um tempo nos compromissos para se dedicar aos estudos, desenvolver oportunidades de crescimento e refletir sobre os rumos da vida no futuro.

No filme Comer, Rezar e Amar (2010), a prática ganhou destaque. Inspirado no livro homônimo, a trama conta a história da escritora Elizabeth Gilbert (Julia Roberts) que, após uma série de questionamentos em sua vida pessoal, resolveu repensar a carreira e partiu para uma jornada de autoconhecimento por países como Itália, Índia e Indonésia.

No Brasil, ainda não é comum os profissionais requisitarem períodos sabáticos a seus chefes – algo ainda restrito a gerentes e executivos. “Há vários tipos de licenças, que incluem desde um recesso para reciclar a trajetória profissional, até uma mudança de área”, explica Lisiane Touguinha, gerente de Recursos Humanos do STB. A mais usual, diz ela, é o afastamento de três meses a um ano e o retorno para a mesma companhia.

Estabeleça objetivos e volte renovado

Durante este tempo, a remuneração dos profissionais costuma ser suspensa, mas mantêm-se o vínculo empregatício e os benefícios, como plano de saúde, por exemplo. A maioria das pessoas que fazem essa experiência se dedica a programas de aprimoramento no segmento de atuação, em programas de business. Outra prática comum é o estudo de idiomas e cursos de life style, aulas que mesclam um idioma estrangeiro com conhecimentos específicos e prazerosos, como gastronomia, história ou artes.

Entretanto, independente da duração da viagem, ter um objetivo claro é essencial para quem quer fazer o sabático - o profissional não deve encarar os meses fora como um longo período de ócio. “É preciso chegar à mesa do chefe com um foco, um plano de vida estruturado, com início, meio e fim, daquilo que pretende realizar durante o afastamento”, diz Lisiane.

Além do planejamento detalhado de ida e volta, a gerente de RH recomenda que o candidato ao sabático já tenha construído uma carreira sólida, possua um grande networking que o apoie, além das finanças organizadas para passar um tempo sem receber salário. Segundo a especialista, o esforço compensa. “Essa pessoa volta revigorada e satisfeita consigo mesma. Há um crescimento pessoal e profissional e seus novos conhecimentos agregam valor à empresa”, acredita.

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