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Projeto solo

Data: 04/02/2011
Fonte: Portal Clube L’Único - Online

Se você não suporta a ideia de embarcar em uma viagem de férias sozinho, está na hora de rever seus conceitos. Sabia que assim é mais fácil conhecer outras pessoas e a si mesmo?

Nada de familiares, amigos, bichos de estimação. Viajar sozinho pode ser uma experiência única e maravilhosa. Em primeiro lugar, essa é uma boa oportunidade de conhecer novas pessoas e integrar-se ao destino com liberdade. “A viagem solo é sempre mais intensa: você se relaciona diretamente com o lugar que visita. Não há distrações. Você é o narrador de seu filme. Não precisa negociar horários nem movimentos”, diz o jornalista Ricardo Freire em seu livro “100 Dicas para Viajar Melhor” (Editora Globo).

Além da coleção de experiências, há outras vantagens proporcionadas por esse tipo de turismo: profundo autoconhecimento (afinal, é um período para pensar na vida sem nenhuma interferência de conhecidos) e a chance de adquirir autoconfiança ao superar obstáculos, o que certamente refletirá no seu trabalho. Mas ok, vamos parar de falar em trabalho e nos concentrarmos nas suas férias.

Na ponta do lápis
Segundo Samuel Lloyd, gerente de Marketing do STB (Student Travel Bureau), a principal vantagem de viajar sozinho é ter a independência de fazer o seu roteiro de acordo com o que imagina. Para ter uma viagem bem-sucedida, é essencial pesquisar e planejar. “Vale visitar os principais sites sobre os destinos e outros, como o TripAdvisor (www.tripadvisor.com) e o Lonely Planet (www.lonelyplanet.com), além de consultar revistas e guias”, diz Lloyd. Conversar com amigos e pedir sugestões de hospedagem e de locais a serem visitados também é uma ótima ideia.

Mas se você se sente perdido nos planos, Samuel Lloyd dá a dica: procure um agente de viagens. “Ele pode selecionar as informações de acordo com os seus anseios e perfil. Entende os seus objetivos e monta um roteiro personalizado”, explica.

Segundo Lloyd, é um mito o fato de que sai mais caro ir pela agência do que por conta própria. “As agências costumam ter taxas especiais de acomodação e passagem, pois há uma compra coletiva. Sem contar que o pagamento pode ser facilitado”, diz. Portanto, vale a pena gastar um tempo com a calculadora antes de decidir.

Não perca de vista
Viajar sozinho requer um cuidado extra com os detalhes. Veja alguns:

* Faça um seguro de saúde. É importantíssimo!
* Deixe com parentes ou amigos o seu roteiro. Caso você precise de ajuda, será mais fácil encontrá-lo.
* Não desgrude os olhos de bagagens e documentos e imprima todos os vouchers.
* Cuidado com peso extra na mala se for fazer compras. Afinal, você não tem com quem dividir os quilos a mais na bagagem.
* Evite locais em que, sozinho, pode significar risco. Sempre pense antes: se fosse na minha cidade, eu iria a um lugar desses sem companhia?

Sozinho, pero no mucho
Viajar só não é sinônimo de solidão. Já dissemos aqui que é mais fácil conhecer pessoas nessa situação. Afinal, não há ninguém que peça sua atenção exclusiva. Confira algumas dicas para não se sentir solitário:
- Hospedar-se em albergues é uma ótima forma de fazer amigos do mundo inteiro, que, assim como você, estão em busca de novas experiências.
- Aproveite suas férias para fazer um curso de idiomas ou de algum interesse específico. Fique em casa de família e interaja com seus colegas da escola.
- Faça um blog sobre a sua viagem, poste experiências no Facebook, Twitter... É uma maneira de seus amigos e familiares participarem de tudo daqui do Brasil.
- “Faça ecoturismo. A maioria das atividades é proposta em grupo, com guia”, sugere Ricardo Freire em seu livro.
- O jornalista também indica: registre-se em sites como CouchSurfing (www.couchsurfing.com) ou Hospitality Club (www.hospitalityclub.org). Isso vale mesmo para quem não quer se hospedar na casa alheia, apenas conhecer quem esteja disposto a mostrar a cidade e fazer amigos estrangeiros.

Sem medo de ser feliz
O bancário Edimilson Vicente Cazarini, de 52 anos, gosta de viajar sozinho porque tem mais liberdade para fazer o que quiser. “Geralmente, gosto de conhecer as pessoas do local, a terra, o que rola ali. E, quando estou sozinho, tenho mais oportunidade de me envolver melhor”, conta. Quando vai pela segunda ou terceira vez a algum lugar, gosta de ir com outras pessoas e ser o guia. Apesar do espírito aventureiro, ele garante que é tímido, mas nunca passou fome ou por grandes apertos. Ter um “anjo da guarda forte” e planejar bem sempre foram seus truques. “Antes de viajar, eu leio bastante a respeito. Vou bem preparado, levo de tudo um pouco. Pouca coisa, mas o necessário”, conta. Mas e quanto ao idioma? “Fui a Marrocos sozinho e não falo árabe. Falei português e espanhol e todo mundo entendeu!”, diverte-se.
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