• Mapa
  • Televendas (11) 3038-1551

Sala de Imprensa

Qual a melhor forma de pagar por despesas internacionais?

Data: 27/06/2010
Fonte: No Minuto

Dinheiro em espécie, cartão de crédito, saques internacionais, travellers cheques ou Visa Travel Money? Descubra os prós e contras de cada tipo.

Viajar demanda toda uma programação: escolher o destino, pesquisar preços de passagens, procurar hospedagem, arrumar as malas. Quando se embarca para outro país, entretanto, mais uma preocupação ganha espaço na cabeça dos viajantes: qual a forma mais eficiente de pagar suas despesas?

São muitas as opções – dinheiro em espécie, cartão de crédito, travellers cheques – cada um com seus prós e contras. No entanto, de acordo com o agente de intercâmbio do Student Travel Bureau (STB), Antônio Marcos Dantas, a melhor forma de pagamento é o Visa Travel Money (VTM), uma espécie de “poupança” na moeda utilizada no destino escolhido.

Sobre o cartão utilizado não é cobrada anuidade, nem mesmo reajuste cambial. Este último é uma dos principais contras das linhas de crédito tradicionais. Na data em que alguém efetua uma compra internacional, a taxa de câmbio é uma. Quando a fatura chega, contudo, a taxa pode ser outra.

Como o pagamento será feito em uma data diferente da compra, é preciso fazer o ajuste cambial entre os dois períodos. Isto quer dizer que o valor, afixado na moeda estrangeira, pode variar quando for convertido em reais.

Além disso, o VTM pode ser “carregado” em várias moedas, como dólar ou euro. A vantagem é que é possível poupar o dinheiro gasto com as transações. Tudo isto porque o valor de cambio para turismo é sempre mais alto que a taxa comercial. Assim, a cada vez que alguém “compra” determinada quantia de moeda estrangeira, costuma perder com os ajustes monetários.

Após retornar ao Brasil, também é possível escolher a forma de reutilização do cartão: devolução (em reais) da quantia investida, reutilização do cartão em outra viagem ou utilizá-lo nos estabelecimentos afiliados à rede Visa. Apesar dos benefícios, em cada operação com o VTM, é cobrada uma taxa de US$ 2,50.

Por outro lado, cartões de crédito e saques internacionais também apresentam pontos positivos. A conversão é feita por uma cotação muito próxima à taxa interbancária, isto é, do valor do dólar comercial. Os saques, por exemplo, valem para qualquer país que tenha caixas automáticos, o que facilita a transação.

Se optar pelo saque internacional, é preciso descobrir o limite do seu cartão no exterior, além de avisar ao gerente do banco sobre a viagem. Isto, porque caso venha a gastar mais do que o comum, o sistema pode negar operações por desconfiança.

No caso do dinheiro em espécie, além da perda com as transações cambiais, também há o risco de que as cédulas sejam roubadas ou perdidas. Quanto ao traveller cheque, o agente de intercâmbio Antônio Marco Dantas informa que está em desuso. Principalmente na Europa, é comum gastar muito tempo procurando por um lugar para trocar os travelers com boa cotação e sem comissão.

De qualquer forma, cabe ao usuário avaliar suas necessidades junto às agências de intercâmbio e de viagem, e assim, definir qual a melhor forma de pagamento para as despesas.
Voltar

Siga-nos

;
FALE AGORA COM A GENTE!
Maximizar aba
FALE AGORA COM A GENTE! Minimizar aba

O Atendimento Online do STB está disponível de segunda à sexta, das 9h às 19h e aos sábados das 10h00 às 13h00

Se preferir, clique aqui para enviar uma mensagem para nós e receba informações detalhadas sobre nossos produtos.