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As saborosas viagens gastronômicas

Publicado em: 19/02/2016


By MoneySense / Intrepid

 

Três anos atrás, na China, no meu primeiro roteiro gastronômico, eu tive um encontro um pouco triste com um cavalo marinho no espeto. Era primavera em Pequim e eu estava passeando pelos stands do mercado de rua chamado Donghuamen. Junto com morangos cristalizados e lulas grelhadas, eu vi tarântulas crocantes e testículos de vai saber o que cozidos. Na manhã seguinte, eu acordei cedo para um café da manhã clássico do norte da China: bolinhos de carne com cebola, pão com gosto de torresmo, tofu assado num molho de feijão preto, sopa e vegetais em conserva – e claro, sempre acompanhado com leite de soja quente. Foi uma alternativa deliciosa e barata comparada com o café da manhã continental de 30 dólares que tive no meu hotel o dia antes do tour.

 

Os roteiros gastronômicos podem oferecer uma combinação de viagem, experiência e descoberta que talvez seja difícil ou quase impossível de conseguir sozinho. Erica Kritikides, diretora dos tours gastronômicos do Intrepid Travel (empresa que opera nossas viagens) diz que muitas pessoas acham que comer como os locais é um desafio. Em 2012, o Intrepid Travel lançou esta categoria de roteiro que prioriza comidas típicas dos destinos em restaurantes rústicos locais, mercados de rua e bares desconhecidos. “Nosso lema é ter uma experiência autêntica, como as coisas realmente são, e não como se fossem feitas para turistas” diz Kritikides.

 

Claro, como nada é perfeito, há alguns pontos negativos quando se escolhe comer como um local. Você sacrifica um pouco do conforto quando você come em pé num mercado típico versus o jantar típico num restaurante de rede. Em mais de uma ocasião, eu me senti um pouco insegura sobre o que eu estava comendo exatamente e sua procedência – o que é difícil para aqueles com restrições alimentares. Porém, Jodi Ettenber, do blog Legal Nomads, recomenda a beleza dos stands de rua. “As pessoas normalmente tem medo de ficar doente, mas pode ser mais seguro e mais barato comer em lugares típicos. As pessoas que passam mal, normalmente estão comendo em restaurantes turísticos.”

 

No meu ultimo roteiro gastronômico, eu visitei a Tailândia. De Bangkok para Chiang Mai, nós ficávamos atrás dos locais esperando para consumir castanhas assadas, peixe grelhado e milhões de outros itens servidos no palito. “Nós não comemos refeições completas” meu guia explicou enquanto mastigávamos pequenas panquecas de arroz com leite de coco. “Nós fazemos pequenos lanches o dia inteiro.” Foi uma atitude fácil e barata de adotar e fiz uma das melhores viagens da minha vida.

 

Autora: Sarah Treleaven / Intrepid

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