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Tudo sobre Intercâmbio

Estudar e poder trabalhar na Europa? Agora você pode!

Publicado em: 08/06/2016


Para os estudantes internacionais que sonham em aliar o estudo e o trabalho na Europa, essa é uma ótima novidade! O Parlamento Europeu aprovou recentemente uma nova diretriz quanto aos vistos de estudos. Com a mudança, estudantes e pesquisadores de outros continentes passam a ter maior facilidade para se manterem na União Europeia. A nova medida ainda não tem uma data definida para ser posta em prática.

 

Para tornar a Europa mais atrativa para o estudo, a nova regra estabelece que os estudantes e pesquisadores não europeus tenham o direito de trabalhar por, no mínimo, 15 horas por semana e por um período de nove meses após completarem seus estudos ou pesquisas. Dessa forma, é possível procurar emprego e até abrir seus próprios negócios na União Europeia (UE).

 

Para os estudantes e pesquisadores que pretendem estudar durante curtos períodos em vários estados membros da UE, a grande vantagem é que já não é mais preciso se aplicar para um novo visto a cada destino. A única exigência é que a pessoa informe previamente o país para o qual está se mudando.

 

Nem todos os países

 

Apesar de o Parlamento Europeu ter feito um comunicado oficial garantindo que o continente europeu irá se beneficiar das habilidades dos estudantes internacionais, nem todos os países vão aderir à nova regra. Reino Unido, Irlanda e Dinamarca estão entre os dissidentes. Ainda assim, é importante lembrar que a Irlanda é um dos únicos destinos de intercâmbio nos quais o estudante pode trabalhar legalmente.

 

Diante dessa notícia, a União dos Estudantes Europeus (ESU) reagiu de forma positiva, mas reforçou que os estudantes internacionais não terão os mesmos direitos que os europeus. Além disso, destacou o fato de algumas propostas terem sido rejeitadas, como a sugestão de 18 meses de direitos pós-estudos e a carga horária de 20 horas semanais de trabalho durante o período em que o aluno estiver fazendo o curso.

 

“Nós esperamos que esta diretiva seja apenas um primeiro passo na garantia de que a Europa atraia mais estudantes internacionais aos seus campi, encorajando e aumentando sua internacionalização”, declarou Fernando Galan, presidente da ESU.

 

A partir da entrada em vigor da nova regra, os estados membros da União Europeia terão dois anos para adaptarem-se a essa mudança.

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