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Conquiste seu diploma do ensino médio nos EUA

Publicado em: 04/01/2016


Apesar de não ser garantia a convalidação dos estudos no Brasil, ter um diploma americano é, no mínimo, um diferencial. Com ele, o aluno não precisará passar pelo processo de validação do diploma brasileiro, caso queira continuar seus estudos em uma universidade americana. Mesmo que o aluno não pretenda estudar nos EUA, o diploma pode ser a coroação do período de estudos do aluno naquele país durante o ensino médio. Conseguir se classificar para a obtenção do diploma pode ser um objetivo a ser conquistado pelo aluno no programa, funcionando como fator motivacional. O gerente de High School do STB, Denis Florencio, aponta também outra razão: “Ter uma qualificação internacional ainda é um sinônimo de status. Os pais dos alunos do STB High School que conseguiram o diploma sempre fazem questão de pontuar o fato, com brilho nos olhos”, comenta.

 

O caminho para o diploma americano é composto por duas etapas essenciais: o histórico escolar do estudante até seu embarque para os EUA e a capacidade dele em se comprometer tempo suficiente para realizar todas as exigências que uma escola americana faz para conceder o diploma a um aluno internacional.

 

O histórico brasileiro:

 

Geralmente, essa parte é a mais tranquila. O aluno brasileiro que embarca tendo finalizado o primeiro ou segundo ano do ensino médio teve de cumprir uma extensa carga horária de matérias nas mais diferentes áreas, conforme exigido pelo Ministério da Educação – MEC: “Isso já o coloca páreo a páreo com os alunos americanos da mesma idade no que diz respeito à matemática, ciências e idiomas”, pontua Denis. Como o calendário escolar brasileiro e americano são diferentes, o aluno que inicia seus estudos nos EUA tende a “atrasar” um semestre letivo, ou “progredir” um semestre letivo, de acordo com uma avaliação da escola onde ele vai se matricular. Essa análise vai levar em conta a idade do estudante, o nível de inglês e as matérias já estudadas no Brasil. Em todo caso, frequentemente o aluno brasileiro realiza uma transferência bem próxima do equivalente em termos de série.   

 

As exigências para a graduação nos EUA:

 

É nesse quesito que reside a complexidade em se conseguir o diploma. Primeiramente, cada um dos estados americanos têm exigências curriculares básicas para a formatura do aluno. “É imprescindível que o aluno que tenha esse objetivo se informe de antemão sobre as regras de concessão do diploma no estado em que irá estudar com um consultor do STB. Mesmo dentro de um mesmo estado, diferentes distritos escolares públicos ou escolas particulares podem ter exigências singulares”, aconselha Denis.

 

Em geral, as escolas solicitam um número específico de anos de estudo em uma determinada área do conhecimento. "Vamos colocar matemática como exemplo. A escola pode exigir que um aluno do ensino médio estude ao menos três anos de matemática, e que complete Álgebra I, Álgebra II e Geometria. Esse seria o mínimo nessa área de estudo para a formatura, mas o aluno fica livre para continuar estudando Trigonometria, Pré-Cálculo ou Cálculo, se quiser”, explica Denis. Ele dá outro exemplo “No caso de Estudos Sociais, praticamente qualquer aluno brasileiro deverá estudar ao menos um ano extra de História, para cobrir a matéria conhecida como US History, exigência básica da maior parte das escolas nos Estados Unidos e que um aluno não conseguiria estudar no Brasil”. Além das matérias, muitos distritos escolares americanos têm exigências extras, como testes-padrão aplicados ao longo do ensino médio ou projetos de formatura que devem ser feitos para garantir a nota final da graduação. “Funcionam um pouco como o ENEM ou o TCC das universidades do Brasil, respectivamente”, compara.  

 

Para conseguir completar todas as matérias e o número mínimo de anos de estudo em cada uma delas, é necessário ao menos um ano letivo, mas mais frequentemente um ano e meio ou mesmo dois anos. “Em um programa como o STB High School USA J-1, é muito importante que o aluno tenha ciência que poderá cursar no máximo um ano letivo. Por isso, é muito raro que um aluno em um programa com essa limitação de tempo consiga retornar ao Brasil com um diploma. Alunos que tenham essa necessidade têm mais chances de realizá-la em uma escola particular, onde não há restrição de quanto tempo o aluno pode estudar nos EUA e maior capacidade de adaptação do horário de aulas para que o aluno consiga atingir seu objetivo”, aconselha Denis.  

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